Acessibilidade digital é garantir que pessoas com deficiência visual, auditiva, motora ou cognitiva consigam usar o site. No Brasil, a Lei Brasileira de Inclusão trata do tema, e as diretrizes internacionais WCAG servem de referência técnica. Além de ser a coisa certa a fazer, um site acessível costuma ser mais claro para todos e mais bem compreendido pelos buscadores.

Onde a IA ajuda

  • Texto alternativo de imagens: a IA descreve o conteúdo de fotos e ilustrações, e a equipe revisa para incluir o contexto certo.
  • Legendas e transcrições: vídeos ganham legendas automáticas, que depois são corrigidas, e transcrições em texto.
  • Linguagem simples: a ferramenta reescreve trechos complexos em versões mais fáceis de entender.
  • Auditoria inicial: analisadores automáticos apontam problemas de contraste, títulos fora de ordem e botões sem nome.

O que a IA não resolve sozinha

Navegação por teclado, ordem lógica dos elementos, foco visível e formulários com rótulos corretos dependem do código. Testes com leitores de tela, como NVDA ou o leitor do próprio celular, continuam necessários.

Checklist rápido

  • Contraste suficiente entre texto e fundo.
  • Um título principal por página e subtítulos em ordem.
  • Imagens com texto alternativo que faça sentido.
  • Links com texto descritivo, nada de "clique aqui".
  • Vídeos com legenda.
  • Formulários que avisam claramente o que está errado.

Comece pelas páginas mais visitadas e pela página de contato. Pequenas correções já fazem diferença para quem depende delas.